Tecnologia

10.03.10 Você fica sem internet?

Como você se sentiria após um período sem internet? Quanto tempo você conseguiria resistir a ouvir sobre um determinado assunto que não domina e não ir direto pro Google ver do que se trata? E quanto você segura a onda de bater papo com os amigos pelo MSN?

Se você respondeu “pouco” ou “pouquíssimo tempo”, parabéns! Você é um genuíno geek e está na contramão da maior parte dos internautas do Brasil e do mundo.

O instituto de pesquisas GlobeScan, que tem entre seus clientes governos de países como Austrália, Canadá, EUA, França e Inglaterra, acaba de divulgar o resultado de uma pesquisa realizada com quase 28 mil pessoas em 26 países sobre hábitos de utilização da internet.

De acordo com o instituto, 55% das pessoas entrevistadas ao redor do mundo declarou que a internet não é essencial para suas vidas e que passaria muito bem, obrigado, sem ela.

 Os brasileiros são os internautas mais desapegados à web na América Latina: 71% afirmou que viveriam sem conexão à rede mundial de computadores. No mundo, perdemos apenas para filipinos e paquistaneses (79%) e indianos (71%).

Do outro lado, aqueles usuários que ficariam secos atrás de um mísero modem para se conectar, estão os mexicanos, onde apenas 14% não sentiria falta, e os japoneses, que tem só 15% de internautas que faz pouco caso da rede.

A pesquisa também mostra que os brasileiros enxergam a internet de uma maneira muito simplista ainda. Para 32% dos nossos internautas, a principal função da web é possibilitar a comunicação com outras pessoas.

Parece que a maioria de nossos conterrâneos se esquece das facilidades em termos de acesso à informação e serviços.

E o instituto GlobeScan que nos perdoe, mas existe a grande possibilidade de os entrevistados brazucas terem mentido na pesquisa, uma vez que “sexo” continua sendo a palavra mais buscada na internet nacional…

27.01.10 O Novo ICQ e as Sociedades Secretas

Quem navega na internet há mais tempo com certeza usou o ICQ (a pronúncia correta seria “aiciquiu” ou “ I Seek You”, que significa “eu procuro você”. Mas todo mundo aqui no Brasil chamava de ICQ mesmo). O programa foi um dos primeiros instant messengers a surgir e permitia fazer as mesmas coisas que o (agora) popular MSN faz.

 

Com o advento do MSN e a massificação de seu uso, os contatos do ICQ foram sumindo na mesma medida que aumentavam os do MSN. Até que um dia, ninguém mais usava o ICQ.

 

Pois agora ele retorna em sua versão 7, com novas funcionalidades e possibilidades. Infelizmente, esse retorno é tardio. O MSN ganhou tal força que, mesmo com o ICQ permitindo integração com Twitter e Facebook, seria preciso um esforço descomunal para torná-lo novamente popular como foi no final dos anos 90.

 

Mas, para os saudosistas, vale instalar e brincar.

Ah! Um último aviso é que o famoso “Oh-Oh!”, som que anunciava uma nova mensagem, não existe mais. Mas a velha florzinha está lá ainda.

 

Em tempos que livros sobre sociedade secretas, signos misteriosos e códigos estão tão em moda – o mais recente livro de Dan Brown, o Símbolo Perdido, já é um dos campeões de venda do verão 2010 – e diante da quase total falta de utilidade a que – infelizmente – deve ser relegado o ICQ 7, sugiro que os mais aficionados baixem e aproveitem para brincar de criar “Sociedades Secretas”.

 

Explico: como ninguém, nem mesmo seus contatos daqueles áureos tempos, tem o ICQ de novo, você pode ficar online e conversar apenas com quem interessa e à vontade, uma vez que seus parceiros de trabalho, amigos, parentes e demais contatos que lotam seu MSN nunca saberão que você está online. Basta convidar os amigos certos – e membros da sua própria “Sociedade”.

 

Vamos começar? Quem se habilita?

19.01.10 Tecnologia reversa?

Em plena era da informação, quando a internet conquista espaço até mesmo como tema do mais importante evento de moda do país, o São Paulo Fashion Week, e a Campus Party brasileira ostenta o título de Recorde Mundial de conexão banda larga, com seus incríveis 10 Gb/s de velocidade, é curioso saber que a última fábrica de disco de vinil da América do Sul, a Polysom, funcionou até outubro de 2008 justamente no Brasil. Mais que isso, estava situada no bairro de Areia Branca, na Baixada Fluminense, em Belford Roxo, remoto município suburbano carioca.

 

O que é ainda mais inusitado é saber que, graças aos constantes aumentos de vendas de LPs (isso mesmo! LP de vinil!) nos EUA – onde as vendas dobraram em 2008 – e Europa, esta mesma fábrica retorna das cinzas pelas mãos gravadora independente Deckdisc.

 

E, ao que tudo indica, ela não volta para fazer figuração. Além de estar presente no Twitter, todos os equipamentos da antiga Polysom foram completamente desmontados e recuperados. O resultado alcançado nos testes foi tão surpreendente que o produto final nada ficou a dever a um disco prensado na fábrica americana Bill Smith Inc., considerada uma das melhores da América do Norte.

 

Se você acha que esta é uma tecnologia ultrapassada, está enganado!

 

Já é possível comprar excelentes toca-discos com saídas USB para conectar ao computador, existem outros aparelhos que tocam os vinis e possibilitam sua imediata cópia em CD ou DVD, e velhos bolachões embalam as baladas frequentadas por jovens que estão cada vez mais conectados nas tecnologias de ponta.

 

Os primeiros artistas brasileiros a lançar seus discos em vinil também não são tão antigos. Pitty, Nação Zumbi e Fernanda Takai (ex-Pato Fu) são alguns deles.

 

Se a tendência de crescimento de vendas continuar, será que veremos o lançamento do iPickup ou iVitrola da Apple? E o iWalkman da Sony voltará?

 

Vire o disco para mais informações.

13.01.10 Google é eleita a palavra da década

Uma organização americana de estudo da língua inglesa e de dialetos do mundo, a American Dialect Society (ADS), divulgou que seus representantes elegeram a palavra “google” como a palavra da década.
Diferentemente da marca “Google”, que deve ser escrita com inicial maiúscula, “google”, a palavra, é em minúsculo mesmo, pois, para os estudiosos, ela se tornou sinônimo de pesquisa na internet. Mesmo em português, entre internautas “heavy users”, é comum ler em blogs ou ouvir a expressão “googlar”, significando pesquisar na web.

Já a palavra considerada mais importante do ano de 2009 foi “tweet”, que é como se chamam as mensagens publicadas no microblog Twitter. Mais uma vez, entre os brasileiros que estão mais habituados a navegar e utilizar a internet, é comum vermos o verbo “twittar”, que significa escrever mensagem no Twitter.

Os representantes da ADS consideram que estas palavras foram incorporadas às línguas graças à era de informação que vivemos e já fazem parte do vocabulário popular, tendo ultrapassado o limite da marca e da empresa que representam, tornando-se substantivos ou verbos coloquiais.

26.10.09 Banda larga para o povo

O ministro das Comunicações, Helio Costa, revelou que o governo federal pretende lançar, ainda em 2009, um projeto para levar a internet de alta velocidade às populações de baixa renda do país.

De acordo com ele, serão necessários investimentos de cerca de 10 bilhões de reais para que a banda larga chegue aos lares menos privilegiados a um custo mensal de aproximadamente R$ 9,90.

 

Já o governo de São Paulo lançou, na segunda semana de outubro, um programa popular que custaria R$ 29,90 por mês, um valor alto na opinião do ministro Helio Costa, levando-se em consideração regiões mais pobres do país, como o Norte.

 

Abraçando a idéia, a Net Serviços de Comunicação já declarou que pretende vender pacotes através do Programa de Banda Larga Popular de São Paulo. A empresa afirmou que é possível lançar serviços com preços em torno de R$ 29,80 para incentivar a migração dos que ainda usam acesso discado para a internet de alta velocidade, mesmo que a banda a ser negociada por este valor não seja tão rápida assim. A velocidade estimada para o pacote será de 250 Kbps.

 

A iniciativa federal e a do governo paulista vão de encontro a um alerta publicado pela ONU na Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD). De acordo com o documento, os países em desenvolvimento correm o risco de perder os benefícios da tecnologia da informação por causa da falta de infraestrutura de banda larga, que prejudica o estabelecimento de diversas indústrias.

A ONU recomenda que, a fim de evitar o estreitamento da fronteira digital, problema que está se tornando um obstáculo sério para várias empresas em países mais pobres, os governos invistam na estrutura necessária para popularização da internet de alta velocidade.

15.10.09 Regular é preciso?

Apesar da grande e crescente presença de brasileiros na internet. Além da numerosidade de brasileiros na internet. Muito mais que o domínio brasileiro em redes de relacionamento como o Orkut, é preciso refletir…

Não existe uma legislação específica para a rede mundial em nosso país.

Se as políticas públicas referentes a esse quesito começam a surgir, por que não legislar sobre a questão?

Pensando nisso, o governo federal começa a rascunhar os primeiros passos para um marco regulatório civil para a internet.

A primeira iniciativa será a criação de um blog para receber sugestões sobre o assunto, cujo projeto de lei será enviado ao Congresso em 2010. Ou seja, esta primeira ação já tem a ver com a própria interatividade do meio. Esperemos que as coisas continuem fluindo bem…

Responsabilidade civil de provedores e internautas, direitos de usuários, privacidade de dados, não discriminação, liberdade de conteúdo e de expressão são alguns dos muitos assuntos envolvidos na questão.

O Ministério da Justiça pretende deixar o blog aberto para receber colaborações por 45 dias, a fim de que os participantes possam dar sugestões e trocar informações sobre oque deve ou não ser regulamentado. Ao final do período, tudo será reunido para a redação de um projeto de lei, publicado mais uma vez no blog por mais 45 dias à espera de comentários.

O que temos como certeza, diante da decisão governamental, é que, uma vez publicada e aprovada, a lei terá influência imediata sobre os internautas brazucas e que atos aleatórios e conteúdos irresponsáveis passarão, sim, a ser passíveis de processos legais, tanto para provedores que desrespeitem os dados sigilosos de seus usuários, quanto para o público que acha que, na internet, pode tudo.

05.10.09 Banda larga do Brasil não é tão larga.

Um estudo mundial, conduzido pelas universidades de Oxford e Oviedo, com patrocínio da Cisco, apontou que a qualidade dos serviços de banda larga no país não atendem às necessidades atuais. Classificado na 45ª posição do estudo, o Brasil ficou atrás da Rússia, 18º lugar, e China, 43ª colocação.
Já os melhores acessos por banda larga estão na Coreia do Sul assumiu a liderança no ranking anual, deixando para trás Japão e Suécia. O país asiático conta com poderosos incentivos governamentais para se tornar líder no mundo de tecnologia da informação, uma vez que o governo sul-coreano prometeu um impensável acesso de 1Gbps até o ano de 2012.
De acordo com a pesquisa, que utilizando como medida aplicativos e sites populares como YouTube e Skype, a velocidade média mundial necessária para downloads é de 4.75Mbps. Para subir arquivos (upload), esta velocidade cai para 1.3Mbps. Os pesquisadores estimaram que a velocidade média de download necessária para o futuro, quando aplicativos e sites demandarão conexões mais robustas e estáveis, será em torno de 11.25Mbps e a para upload será de 5Mbps.
Os nove países com melhores conexões e considerados prontos para o futuro na pesquisa deste ano foram Coreia do Sul, Japão, Suécia, Lituânia, Bulgária, Letônia, Holanda, Romênia e Dinamarca.
Para chegar a estes números, a pesquisa teve como base 24 milhões de testes de velocidade feitos em 66 países através de um site que mede a velocidade de conexões via web.
O futuro da internet virá rápido e será mais veloz ainda.

11.09.09 Dia Mundial sem Carro

O Instituto Akatu está promovendo, pelo 13º ano consecutivo, o Dia Mundial sem Carro. No dia 22 de setembro propõe-se deixar o carro em casa e optar pelo transporte público ou a diminuição do número de carros nas ruas, ou seja, vale pedir ou oferecer um carona ou quem sabe, ainda, arriscar ir ao trabalho de bicicleta ou a pé.
A campanha tem o objetivo de conscientizar a população mundial sobre os efeitos decorrentes do uso excessivo do carro. Para isso, a Akatu está disponibilizando um banner que calcula as emissões de carbono de cada um dos meios de transporte. O aplicativo possibilita ao internauta a visualização do quanto ele pode contribuir para a sustentabilidade por meio de suas escolhas de transporte, além de incentivá-lo a buscar alternativas ou soluções para minimizar o impacto do uso dos veículos nas grandes metrópoles.
Quem sofre diariamente com o desperdício de tempo em um congestionamento na volta do trabalho ou aquele que tem a sensibilidade de perceber o quão poluídas estão as grandes cidades, sabe do que estamos falando. Faça a sua parte! Informe-se sobre essa campanha e passe a ideia adiante.

08.09.09 Xlab divulga a Plano&Plano nas redes sociais

A Xlab sabe a importância e o impacto das Mídias Sociais no mundo web.
Em tempo em que a informação corre com mais velocidade e dinamismo entre diversas pessoas e de muitos lugares do mundo, é importante e um grande diferencial saber lidar com essas ferramentas para o uso da propaganda.
Percebendo esse momento de ascensão e tendo estruturada uma equipe especializada no assunto, a Xlab montou uma operação de trabalho com redes sociais para o cliente Plano&Plano. Estão sendo divulgados por meio do Twitter, Flickr, Orkut, Facebook e a TV Plano&Plano no YouTube, por exemplo, materiais sobre seus empreendimentos, dicas de decoração, finanças, informações sobre produtos, entre outros.
Por meio dessas propagandas, informações que antes os clientes deveriam se dar ao trabalho de procurar, chegam até eles com mais facilidade, aproximando-os da marca.
A Plano&Plano compreendeu a proposta e aderiu para estar mais próximo de seus clientes, poder ouvi-los mais diretamente e, assim, melhor atendê-los.

24.08.09 A nova onda do Google

O novo projeto anunciado pelo Google é o Google Wave. Trata-se de uma plataforma para web cuja intenção é unir serviços texto, fotos, vídeos, mapas e mais em um ambiente único, funcionando a partir de qualquer browser, em qualquer sistema operacional.
Durante uma conferência, o Wave foi apresentado como o e-mail do futuro e convidou os desenvolvedores a adicionar novas lógicas de processamento ao conteúdo da plataforma e a levar suas funções para sites externos, expandindo os limites da comunicação para muito além das redes corporativas.
Atualmente quase todo usuário de internet usa um e-mail, um mensageiro instantâneo e participa de um site de rede social. Logo, organizar esses atrativos certamente cairá nas graças dos usuários. Então o Google Wave deu as caras, mostrando-se como um serviço que oferece esse perfil.
É possível criar aplicações gadgets ou robôs para serem usadas dentro do Google Wave e que podem ser colocadas dentro de seu site usando uma simples API JavaScript.
Basta você criar um Wave, adicionar pessoas e todos poderão interagir. Você vê o que todos estão fazendo na hora! Também será possível rebobinar pra ver o que foi feito.
O novo serviço é interessante para a comunicação multimídia organizada e servirá para as pessoas trabalharem com mais produtividade online.
Assista e saiba mais!

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